BANCO DE BAR
Sentado num banco novo de um encosto velho
Soluçando cachaça e defecando lembranças felizes
A cada gole que descia a garganta subia a lucidez
Pra condenar minha embriagues
Daquela que foi a única a lhe dar chance
De encostar no poste e fazer amor
Apesar de se encontrarem sempre na mesma rua rústica e fria
Não deixavam acabar com o velho romantismo
Anos e anos sentado num banco velho de encosto novo
Soluçando cachaça e defecando câncer
E mais algus sintomas de um bêbado qualquer
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